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O QUE HÁ DE NOVO NO KWC BRASIL!


Raul Huertas - Professor

Representando o ALTAS HORAS - SP

A música sempre esteve presente na vida de Raul. Aos 11 anos aprendeu a tocar violão e na adolescência fazia luaus com os amigos na praia, onde seus pais moravam, e ainda cantava. Aos 17 fez aulas de bateria, instrumento pelo qual é apaixonado. Ainda na adolescência tocava bateria e cantava em igrejas por tada São Paulo. O tempo passou, a vida tomou outros rumos, mas o amor pela música permaneceu. Na impossibilidade de tocar, continuou cantando. A musicalidade, que sempre o acompanhou, floresceu no Karaokê. Prova disso é que, não satisfeito em cantar em casas de Karaokê, montou um em sua casa, com sistema de som, microfones, luzes e até máquina de fumaça. Ele constantemente reúne os amigos para esse fim! Quando descobriu KWC viu sua grande oportunidade! Após muitos percalços e quase abandonar esse sonho, hoje conquistou seu objetivo de estar na nossa final! 

Raul Huertas
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Susana Sano,  Professora /Tradutora

Natural de Goiânia – Goiás

Reside  atualmente na cidade de Mandaguari- Paraná 

 

Bom tudo começou com meus 16 anos com a ajuda da minha avó,

comecei a me interessar pelo karaokê,que é muito  apreciado na colônia japonesa.

Quando ela tocava  aqueles discos antigos pesados dos seus ídolos japoneses eu achava lindo 

A partir dali ela começou a me  ensinar canções infantis que era mais fácil , e mesmo sem entender nada na época eu gostava.

E assim anos se passaram  comecei a cantar e  a participar de diversos concursos

ganhei alguns , estes os quais atualmente continuo  participando com muita alegria.

 

 

Participar do KWC está sendo uma experiência incrível, ano passado não consegui participar, mas este ano com a seletiva aqui no Paraná, me programei  viajei até  a capital em Curitiba em busca de uma vaga. E aqui estou!!

Estou muito feliz por  estar na Final Brasil, E Ir para Finlândia poder  representar o nosso país no mundial é um sonho!! 

Vou dar o meu melhor para tentar a vaga para a etapa mundial.

Espero aproveitar ao máximo essa oportunidade, e acima de tudo pelo prazer de cantar e transmitir as pessoas a minha música.

Desejo boa sorte a todos os candidatos!! 

 

Tudo começou quando eu tinha 9 anos, meu colégio iniciou aulas de música em três modalidades (Coral, Flauta Doce e Percussão), podendo cada aluno escolher até duas delas.

Sem muita noção, escolhi as aulas de Coral e Flauta Doce. Rapidamente me envolvi de tal forma com a música, que junto com outros 2 amigos, começamos a tentar aprender a tocar gaita por fora rsrs... Nesse mesmo ano, fui selecionado pela professora para ser o cantor solo, com acompanhamento do coral, em uma apresentação feita para os pais. O nervosismo foi intenso, mas deu tudo certo. Eu nem imaginava que ia carregar essa paixão comigo pelo resto da vida.

Quando mudei de colégio na quinta série, acabei perdendo um pouco desse vínculo, pois não tinha aulas de música na nova escola. Porém não demorou muito até eu descobrir o Rock N Roll, que me trouxe com força total de volta. Ganhei um violão e comecei a praticar sozinho em casa. 

Alimentado pelas grandes bandas a  vontade de tocar e cantar só aumentava, queria muito ter uma banda, mas meus amigos que tocavam algum instrumento, em grande maioria já tinham suas bandas e não consegui levar a diante... Ai a faculdade veio e a música ficou como um Hobby legal, quando a galera se reunia, rolava a cantoria e violão, mas nada muito longe disso. 

Até que em 2015, conheci um colega de empresa que é fera na bateria e percussão de todos os tipos e depois de um bate papo musical bem bacana, ele me chamou pra ir num ensaio da banda dele. Daí começou uma parceria muito legal, fui participar de um show cantando duas músicas e aos poucos minha participação foi aumentando e quando percebi já me sentia da banda. 

Do Rock, passei até pelo samba, participando como puxador do bloco de carnaval que esse amigo, também organiza, em Santa Teresa.

Uma experiência incrível pra mim, a realização de um sonho e que abriu as portas para que, posteriormente, eu pudesse vir a montar minha propria banda, com meu irmão e mais 3 amigos. Não somos profissionais, o pouco que ganhamos ajuda a custear os ensaios, as vezes passamos uns perrengues, mas a felicidade que rola quando fazemos um show e o público corresponde, supera qualquer coisa!!! 

Cantar hoje é uma das minhas maiores alegrias e eu espero seguir cantando, pelo resto da vida.

Só posso agradecer a todos que fazem parte dessa história comigo, desde a minha primeira professora de coral e flauta doce, até todos as pessoas especiais que me dão apoio até hoje!

Mari Figueiredo - Rio de Janeiro

A música é minha mola propulsora. Ela me motiva, diariamente!

Cresci em um ambiente bastante musical, com meus pais cantando e tocando violão para mim e para meu irmão e com vários vinis incríveis rolando na vitrola. Cheguei a ter um pianinho - que funciona até hoje - e uma escaleta!

Ainda criança, por volta dos dez anos, a vontade de cantar surgiu com tudo - tímida, cantava em casa quando todos saíam - até que, anos mais tarde, já adolescente, surgiu a oportunidade de entrar para a banda de heavy metal de um colega do curso de inglês. Daí em diante, não parei mais: pulei de banda em banda, fiz aulas particulares de canto, com professores de diversos estilos, toquei tarol na banda marcial da escola, estudei na Escola de Música Villa-Lobos (canto lírico e canto popular) por alguns períodos e cantei no coral UO-RIO Petrobras.

Aos poucos, conforme ganhava confiança, começei a compor com os integrantes das bandas pelas quais passei - uma melodia simples aqui, uma letra ali...pena que não era muito fácil gravar as próprias músicas naquela época! Cheguei a compor cerca de cinco músicas com uma banda porém nosso material nunca foi concluído porque não pudemos arcar com os custos envolvidos (horas de estúdio, produtor, mixagem, masterização etc.).

Também fiz um curso de introdução ao teatro musical que me deixou bastante motivada e inspirada!

Em 2017, soube das seletivas para a KWC no Rio através da guitarrista da minha banda! Quando li qual era o prêmio, pirei - sempre sonhei em conhecer a Finlândia! Mal pestanejei - me inscrevi na hora! Desde então, fiz inúmeras amizades, passei a trabalhar com uma incrível fonoaudióloga e professora de canto e voltei a sentir aquele friozinho na barriga sempre que chega a minha vez de subir ao palco! Não passei na final carioca, porém não desisti: saí vitoriosa na votação online e garanti minha vaga na final nacional!!! Mal posso esperar por esse dia inesquecível, com tantos talentos únicos reunidos! Obrigada, KWC!!!

 

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Lucas Dulli - 26 anos - Ator - São José / SC

Meu primeiro contato com a música foi aos 6 anos de idade, no Coral Profissional da INFRAERO  de Brasília. E sempre ia pra assistir os adultos cantando, ficava nas cadeiras entendiado ou até mesmo cantando baixinho sem atrapalhar. Até que um certo dia o maestro permitiu de brincadeira, eu cantar um trecho de uma música e ali que descobri que eu era "afinado", foi engraçado. Desde aquela experiência, eu comecei a planejar minha vida sendo artista, me imaginava sendo calouro do Raul Gil e tudo. Mas tive que me mudar de Brasília e morar em São José / SC e isso acabou com que eu me afastasse da arte por alguns anos. Voltei a estudar técnica vocal com 12 anos de idade, dali em diante não parei mais, sabia o que queria, mas o dilema da adolescência de escolher uma profissão "rentável" sempre foi o balde de água fria nos planos de ser artista. Entrei pra grupos de teatro de escola e quando finalmente saí do ensino médio, entrei pra uma CIA. de Teatro Musical de Florianópolis, a GRITO. De 2009 até os dias de hoje, faço parte dessa equipe de artistas lindos, onde todos compartilham arte. Durante esse período tive o prazer de participar de 3 concursos nacionais, o primeiro foi o Concurso de Corais TV Xuxa 2011, onde o Coral Grito no qual eu participo, foi campeão. Em 2012, eu me juntei com mais 5 amigos e formamos o Grupo Acapella 5.a.m. para participar do Got Talent Brasil, e ficamos entre os 46 candidatos finalistas. Em 2016, formei com amigos um grupo pop  para participar do XFactor Brasil, o nome do grupo é SQU4RE, eu e mais uma candidata finalista da KWC, Narayana Lamego. Fazemos parte dele até hoje, ficamos entre os 100 finalistas. 2017 fui tentar pela terceira vez, a classificação para a grande final da KWC Brasil em São Paulo, pois sempre fiquei em segundo lugar, mas como diz o lema "Nunca desista", dessa vez foi diferente e finalmente consegui estar realizando esse sonho que é participar da grande final desta competição.

 

Narayana Lamego -  24 anos   – Designer de Interiores – Cursando Administração – São José – SC.

Eu comecei a cantar desde muito pequena, quando ouvia os CDs que minha mãe escutava enquanto limpava a casa... Minha família nunca foi musical e eu sempre carreguei essa paixão comigo. Meu pai faleceu quando e tinha 5 anos e fui criada por mãe solteira, na minha adolescência, minha mãe me contou que meu pai cantava e seu sonho era ser famoso. Lembro que quando me contou isso, me arrepiei toda e comecei a chorar, pensando "então é por isso que sonho tanto com isso, carrego esse sonho por nós dois". Comecei a cantar e perceber que, de certa forma, minha voz era agradável de ser ouvida. Sempre fui muito tímida, então, não compartilhava com ninguém este meu dom. Fui crescendo e ficando desinibida, até que na adolescência, montei uma banda de rock de garagem, mas acabou não durando muito tempo. A primeira vez que fui num bar karaokê foi em 2011, quando cantei no palco do Cantinho da Fama, que fica perto da minha casa e me lembro direitinho da alegria que senti quando, ao terminar de cantar, os aplausos tomaram conta do bar, e uma moça chorando veio falar comigo, dizendo que minha voz era abençoada e que eu a havia feito chorar de emoção. Desde então não parei mais de cantar em karaokês. No ano de 2013 comecei a gravar vídeos para o youtube, depois de muita insistência de alguns amigos, mas após mais ou menos 3 meses acabei largando o canal, pois minha rotina corrida e a falta de dinheiro e tempo não me deixavam ter foco na música. Paralelo a isso, comecei a fazer um freellas em bandas de bailes, onde até hoje volta e meia faço um show lá outro cá. No ano passado também fui convidada a integrar um grupo pop vocal, onde até conseguimos participar do programa The X Factor Brasil. Infelizmente fomos eliminados nos 100 participantes, mas ainda assim, foi uma experiência muito bacana. E agora estou aí, tentando meu lugar ao sol, neste concurso tão legal com tantos talentos. Espero surpreender emocionar! Boraaa!                       

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Bella Deolli

Bella Deoli - Compositora e bailarina.

Conheceu a música aos 11 anos, quando começou a compor e cursar aulas de violão. Aos 15 anos gravou um CD demo, e ao mesmo tempo, começou sua carreira como professora de dança.

Aos 18 anos, foi convidada para ser bailarina no especial de Natal da Xuxa Meneghel, dançando com cantores como Buchecha, Luan Santana e Ivete Sangalo

Aos 19 anos, sua carreira de bailarina falou mais alto e ela foi contratada para dançar na turnê "Show das Poderosas" da cantora Anita.

Após 1 anos, voltou para sua carreira de professora de dança e a música voltou a ser um hobby de "vídeos para youtube".

Gravou, ainda grávida, o cover da música 9 meses da Barbara Dias, fazendo a versão da mãe. Seu vídeo no Facebook já alcançou 8 milhões de visualizações e mais de 400mil no seu canal no youtube.

Dividindo seu tempo entre a compor músicas e a dançar, recentemente decidiu tentar fazer shows, entrando no cenário do Jazz e Blues.

Bella Deoli participou de 2 concursos de musica online, ficando entre os Top 15 na primeira competição e em 1º(primeiro) lugar com voto popular.

"Saber que estou indo representar o Rio de Janeiro no final de um concurso nacional é uma loucura na minha cabeça. Eu passo o dia inteira passando a letras das músicas achando que vou errar, tropeçar ou sei lá rs. Estou muito feliz e muito animada. Também muito ansiosa!! Todos que estão na final já são vencedores, espero que o clima seja de amizade lá!"                       

Sindicato dos Metrovários.

Meu nome é Iara Campregher Pasqualini, mas meus amigos sempre me chamam de Iara Wonder, por causa da minha paixão pelo cantor Stevie Wonder, que sempre foi minha maior influência e inspiração.

Me formei em jornalismo e atualmente estou trabalhando no metrô de São Paulo. Nós metroviários sempre apostamos na arte, especialmente na música para reunir as pessoas.

Desde a infância sou apaixonada por música, e comecei a estudar piano e violão. Mas na adolescência, decidi deixar os instrumentos para me dedicar a estudar canto, só agora, há poucos meses, resolvi voltar a estudar piano. Fui vocalista de algumas bandas de rock, e participei, atuando e cantando, de 3 peças de teatro musical com a companhia Mix da Oficina dos Menestréis.

Para mim tem sido maravilhoso participar do KWC, pois, além da diversão, o concurso tem me motivado a treinar muito e aprender mais. Meu maior aprendizado foi que, embora seja um concurso, eu não tenho que me preocupar necessariamente em cantar melhor que os outros, mas sim em superar meus próprios limites, e cantar melhor do que eu cantei na seletiva anterior. Se eu me preparar para superar meus limites, vai chegar um dia em que eu vou cantar melhor e vencer. E se esse dia não chegar, pelo menos ninguém vai tirar de mim o conhecimento e a capacidade que eu adquiri. E também não posso subir ao palco preocupada apenas em ganhar, mas sim em me divertir fazendo o que eu amo. E só assim eu vou poder tocar o coração e a alma das pessoas. Pois a música, para mim, nada mais é do que uma forma de comunicação entre pessoas e almas.

 

Roberto Carlos Ribeiro – Trabalha  no Sindicato dos Metroviários

Nascido em Cambé no Paraná, mora em São Paulo há 35 anos.

Betão Ribeiro, músico e cantor, aprendeu violão na adolescência. Cantou em bandas, cantou em corais, participou de vários festivais e concursos de cantores. Como compositor, possui cerca de uma centena de músicas de estilos que circulam pela MPB, POP e Country Music. Participou de programas em TVs alternativas na capital paulista e no interior de São Paulo. Após anos como autodidata, iniciou piano no Conservatório Vila Mariana em 2014.

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Ananda Torres - Rio de Janeiro - RJ
Poucos meses após perceberem que eu era um bebê que não enxergava nada, meus pais também perceberam que eu tinha uma facilidade muito grande com a música. Passados o susto e a cirurgia de catarata congênita, aos dois anos eu já começava a experimentar o mundo - com meus óculos fundo-de-garrafa e um pianinho de madeira branca, onde eu fui aprendendo a tocar e inventar música.
Meu primeiro piano de verdade chegou à casa dos meus pais quando eu tinha 8 anos de idade. Na época eu já fazia aulas há ​3 anos e meu pai finalmente decidiu que era hora de tornar a coisa mais séria.

A vontade de cantar foi chegando com a idade, mas só aos 16 anos comecei a estudar canto. No ano seguinte passei no vestibular da UniRio e fui estudar licenciatura em 

​música.

Tranquei a licenciatura em música, mas ainda queria concluir uma faculdade. Ingressei então na ESPM em 1998 e cursei Publicidade, me formando em 2001, quando comecei a dividir meu tempo entre os palcos e as produtoras de jingles e trilhas sonoras.

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Em 2014 participei das seletivas para o The Voice Brasil e cheguei às audições às cegas. Mas os técnicos não viraram suas cadeiras pra mim - e na mesma semana do programa eu fui chamada para ser assistente de direção musical do espetáculo S'Imbora, o Musical - sobre a vida do cantor Wilson Simonal. Era um grande desafio e eu mergulhei de cabeça, trabalhando também como pianista ensaiadora e assistente de preparação vocal. 

 

​Desde então o teatro tem sido meu universo. Trabalhei como pianista e nas montagens subsequentes do S'Imbora e em vários outros espetáculos, como Ataulfo Alves, O Musical e Chica da Silva, O Musical. ​

Minha experiência com Karaokê começou este ano, quando a saudade dos palcos começou a ficar mais forte que eu - e me fez marcar a comemoração dos meus 40 anos justamente num Karaokê! Foi lá que conheci a querida Rossana Pinheiro e, através dela, o KWC Brasil.


É uma honra poder voltar a cantar, depois de 12 anos, justamente num campeonato incrível como este, cercada de gente talentosa e cheia de amor pra compartilhar. No fundo eu sempre soube que a música me chamaria de volta. Só não tinha ideia que seria desta maneira tão especial!

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Priscila Andrade - 40 anos - Santos - SP

"Começou  a cantar com 4 anos de idade incentivada pelos irmãos que também cantavam e tocavam instrumentos.

Priscila cantou no coral da igreja que frequentava.Participou de seu primeiro concurso de videoke aos 21anos em Santos ganhando o 1 lugar, depois participou e ganhou também em primeiro lugar do concurso no Guarujá  e em 2015 foi a Campeã  do karaoke 566 em Sorocaba Região  onde reside atualmente.

E Esposa e mãe dedicada de 5 talentosos filhos.

Priscila teve o apoio da família na dificil decisão de fazer uma cirurgia para melhorar sua saude e alto estima,pois vinha sofrendo com a obesidade,mas encantava a todos com seu carisma e alegria,nunca deixando transparecer sua dor pelo desrespeito que passava por ser obesa.

Hoje uma nova mulher,  mas com ideais mais fortes, vem crescendo e abrilhantando as noites de Sorocaba com sua voz."

Letícia Leite, tenho 23 anos sou de Porto Ferreira SP.

 

"Sempre fui apaixonada por musica desde criança,porém o amor por cantar veio aos 15 anos de idade.

 Em 2011 pedi a minha mãe que me levasse em um programa sertanejo da cidade para que pudesse assistir..  ver o pessoal cantando... chegando lá... na hora me deu vontade de cantar, pedi para que o pessoal tocasse pra mim, e lá fui eu... cantando Estrada da vida- Milionário e José Rico, quando terminei de cantar foi só aplausos, pessoal vindo falar comigo.. que eu tinha talento, que era para aparecer mais vezes lá.. por dentro naquele momento em meu coração a felicidade era tanta que quando cheguei em casa ja fui correndo ensaiar uma musica para a próxima semana .. e assim foi.. todo domingo eu estava lá.. 

Depois disso começou aparecer os convites para participar de festivais... e com eles as premiações... 

Logo depois comecei a trabalhar em uma metalúrgica como auxiliar administrativo..foram 3 anos lá! eu adorava meu trabalho, pessoal sempre me tratou muito bem.. porém a musica me chamava! e la foi eu.... começando a cantar nos barzinhos, festas de família... o dinheiro era pouco comparado ao que eu ganhava, porém me sentia muito realizada...

Bom, conheci a KWC através de uma grande amigo que me incentivou a participar do campeonato, procurei saber mais do mesmo.. entrei no site,na pagina do facebook, vi  vários videos de campeonatos anteriores, vi que era uma empresa séria e disse a ele.. vou participar, só não imaginaria que eu fosse ser a finalista da minha cidade.. felicidade enorme,coração  batia mais forte e mais acelerado. Estou feliz em poder representar minha cidade e minha região em São Paulo.

Só tenho a agradecer a esse meu amigo, a minha família e amigos que torceram por mim  e ao pessoal da organização do campeonato!Estão de parabéns!

Aos candidatos boa sorte a todos! fiquem com Deus e até dia 17 de Setembro! "

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Julio Batistela e Marcela Dionisio

Julio Batistela, tenho 32 anos e sou de Barueri - SP

Meu contato com a música iniciou muito cedo, aos 7 anos de idade, quando comecei a estudar teoria musical e violoncello na igreja. Desde então eu já adorava cantar nas festas de família e entre amigos, nos eventos da escola. Naquela época já apresentava interesse pela música erudita e, aos 13 anos ingressei num conservatório para estudar canto lírico e teoria musical. Aos 17, após a perda precoce de minha mãe, ingressei na faculdade de Engenharia Civil e me mudei para o interior de São Paulo para cursar a universidade. Neste momento tomei uma das decisões mais difíceis da minha vida, quando optei por permanecer no Brasil e seguir outra carreira, ao invés de me mudar para o exterior e me tornar um cantor erudito profissional. Enfim, hoje atuo como engenheiro civil em obras de infraestrutura e desde a época da faculdade a música  esteve permaneceu na minha vida por amor, hobbie e como atividade secundária. Participei de diversos projetos musicais e cheguei a cantar com bandas de bailes, casamentos, formaturas, bandas de pop rock e etc. Devido à minha profissão, já morei em diversos lugares do país e as frequentes mudanças não permitiram a minha permanência em alguns projetos musicais. Há pouco mais de um ano retornei a São Paulo e encontrei no Karaokê a forma mais divertida de manter o meu contato com a música. Frequentar bares de karaokê, conhecer novas pessoas, aprender e me divertir com elas se tornaram parte da minha rotina na capital paulistana! Participei do KWC em 2016 e não me classifiquei. Não desisti, estudei, conheci novas técnicas e aqui estou hoje, classificado para a Final 2017 para tentar chegar à Finlândia e representar o meu país fazendo o que mais amo fazer, cantar! 

Marcela Dionízio - Enfermeira nefrologista e formada em gastronomia, natural de Campos Gerais- MG, mas residente em SP há 14 anos.


Já participei de diversos concursos musicais (MPB oke e karaoke no teatro), além de programa de TV, no SBT (Programa do Ratinho), com bons resultados. 
Minha influência musical veio da minha mãe Gerusa e meu avô Vitor, (ambos falecidos), que adorava MPB, sambas de raiz, flasback internacional e ele curtia sertanejo de raiz.
Minha mãe amava som alto nas reuniões que proporcionava em casa e eu cresci com esta mania(risos). Além disso, eu adorava cantar música da Xuxa(risos).
Descobri o karaoke quando cheguei em SP, nos botecos espalhados pela cidade, que possuíam máquinas de karaoke com microfones acoplados e um local para depósito de fichas, que eram vendidas por 0.50 centavos na época (um dinheirão na época). Acabei "viciando" nesta prática de cantar em karaoke e curto na medida do possível! 
Minha expectativa com o KWC é vencer este campeonato, viajar para a Finlândia e representar o meu Brasil com muito orgulho, mas, por estar na final, já me sinto vencedora! 
Nesta vida, não há competição com os outros, e sim com a gente mesmo, pois, a cada dia, lutamos para vencer nossos medos e inseguranças, com isso, buscamos maior evolução como ser humano!  
Desejo boa sorte a todos os cantores e uma apresentação repleta de brilho e emoção no palco do Tropical Butantã e digo mais: Somos todos campeões!

Paulo Neves – 49 anos – Gerente autônomo da empresa de tapiocas “De Marcos Alimentos.

 

 “ Não vivo da Música em termos Financeiros, mais respiro a Música e ela corre em meu Sangue!
Mesmo não sendo um " Músico " Profissional, mas sempre que convidado dei os meus " showzinhos " em Festas de Casamentos, Aniversários, Barzinhos, tendo inclusive nestas brincadeiras conquistado alguns Prêmios nos Concursos de Karaokê, como Violão, Roupas, Viagens, etc...aliás; o Karaokê é uma das coisas que mais curto, desde o início dos anos 90 quando esta febre chegou ao Brasil. Participei durante os anos 2003 a 2008 do Coral Finasa/Bradesco e no início deste ano de 2017 Conquistei em uma Forte Concorrência na Seletiva do Coral da USP uma das Vagas de Barítono. 
Pra mim a Música é Vida, é Deus na essência da Alma e como forma de agradecimento a ele, procuro retribuir este " dom " de cantar ao me reunir com um Grupo de Jovens aos Domingos na Igreja Santo Antonio no Bairro da Vila Ré/ZL de São Paulo, para Cantar e Louvar como forma de agradecimento e gratidão por tudo que ele vem colocando em nossas Vidas. 
Conhecendo o KWC? Bom....ADORO Karaokê e por curiosidade pesquisei na Internet e busquei informações sobre Campeonatos Mundiais de Karaokê, outro fator que ajudou nesta " curiosidade " ocorreu também após eu assistir o Filme DUET'S, enfim; encontrar o KWC Brasil foi encher-me de alegria, satisfação, privilégio, poxa foi tudo, pois encontrei neste Site, Proposta, Página, etc...coisas incríveis, algo que diversas pessoas pelo Mundo curtem, assim como eu! Além da Chance e Oportunidade que o KWC Brasil oferece para quem gosta de Cantar passar a pensar: " Poxa eu posso sonhar e acreditar ". 

E hoje sou um Finalista do KWC Brasil que para mim já se trata de uma GRANDE realização e que portanto, tudo que vier a partir de agora será como um " spread " em um Investimento, ou seja; apesar de querer mais, posso confessar que estou muito satisfeito com o meu desempenho e plenamente realizado.”
 

 

Camila Profitti e Paulo Neves

Camila Profitti, 24 anos - São Paulo

 

"Sou artista de rua e as vezes toco em alguns barzinhos fazendo Voz e Violão em todos os estilos.

Comecei cedo na música, com 3 anos ja cantava e aos 8 aprendi a tocar violão. Meu avô tocava violão 7 cordas e tinha um grupo de chorinho e, com isso, influenciou meu pai e os netos a cantar e tocar.

Minha expectativa com o KWC é superar todos os meus desafios pessoais. Espero que eu consiga me soltar mais no palco e ficar menos nervosa. Que eu faça bons amigos e que, acima de tudo, eu me divirta.

Participei do Programa Raul Gil com 8 anos e depois aos 10, participei do Domingo Show em abril de 2015 e tive a oportunidade de participar do The Voice Brasil 2015 que, sem dúvidas, foi a melhor e maior experiência da minha vida até agora."(Até agora).

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Roger Alves

 

"Comecei cantar ainda criança na igreja com 5, 6 anos de idade quando morava na Bahia. Fiz algumas apresentações em programas de radio ainda nessa época, era um programa gospel infantil.

Com 16 anos comecei fazer  participação em alguns shows no estado do Pará, e cantar em igrejas.

Aos 22 anos comecei cantar em uma banda baile que em Recife capital de Pernambuco onde lé se chama orquestra, na qual tínhamos um naipe de metais, muito bom por sinal, me identifiquei muito. porque cantávamos todos os estilos. 

Em seguida comecei um trabalho sertanejo com uma banda em Porto Alegre capital do Rio Grande do Sul.

Desde que cheguei em SP capital, não me voltei pra música e o karaokê é o meu contato atual. E resolvi então participar desse Mega evento KWC." 

Renata Castilho - São Paulo - Veterinária

"Eu não me lembro de nenhum momento onde não houvesse música na minha vida. Minha família por parte de pai é evangélica, então sempre tive contato com música desde muito nova - com 11 anos já cantava na igreja, junto aos meus primos que tocavam os instrumentos. Embora eu tenha cursado canto lírico, Mariah era minha maior referência. Sempre gostei muito de me desafiar a cantar em tons agudos. Cantei na igreja dos meus 11 aos 18-19 anos, conhecendo intérpretes, compositores e instrumentistas incríveis - devo a eles e a minha professora de canto (Jeanne Pontes) tudo o que eu conquistei até hoje na música. Com 18 anos, ingressei na medicina veterinária e comecei a me dedicar totalmente a profissão. Após um ano de hiato devido a condições de saúde motivadas por stress, resolvi trancar o curso e ingressar em produção musical. Um tempo depois, voltei para a medicina veterinária - minha paixão pelos animais nunca acabaria. Eu estava um pouco afastada do meio musical, mas sempre gostei muito de frequentar karaokês - no caso, o Samurai, que estou muito feliz de representa-los pois é meu favorito!
No entanto, não acreditei que fosse passar na final, em função das disfunções vocais ocasionadas pelo cansaço das longas e exaustivas jornadas de trabalho nas clínicas e hospitais. Quando eu ouvi o meu nome, senti a maior alegria do mundo!
Já estou me preparando para a final Brasil!"  

Dayane Martins - São José dos Campos 

Começou a cantar na igreja evangélica aos 9 anos. Apesar de crescer no gospel, com o passar do tempo seu interesse pelas divas internacionais como, Whitney Houston, Beyonce e Mariah Carey, entre outras, só aumentava. Com 15 anos se casou e seu marido não a apoiava na música e isso a fez desistir dos seus sonhos. Também precisou enfrentar um tratamento para que seu filho nascesse com saúde, pois as estimativas médicas indicavam que havia riscos. "Fiquei alguns anos sem cantar e isso era doloroso, porque a música faz parte de mim....”. Porém deu a volta por cima, seu filho Davi nasceu com plena sáude e hoje, com 5 anos, é o seu maior fã e incentivador.
"Hoje eu canto por ele e pra ele. Há 2 anos me divorciei e hoje eu não desperdício mais as oportunidades por causa de ninguém... Eu sou livre para fazer o que mais amo, que é cantar! Sempre estou nos karaokês e hoje eu estou preparada para ser uma cantora, depois de tanta luta, sofrimento e dificuldades, eu posso dizer que sou FELIZ e tenho um companheiro que me apoia e isso me completa!".
Dayane está se preparando para a Final Brasil e promete surpreender.

 

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Rosana Araújo, Araçoiaba da Serra/SP - Esteticista

"Um dia um grupo de amigos me convidou pra ir em uma churrascaria que tinha karaoke e eu sempre gostei de cantar mas nunca tinha cantado para ninguém, até esse dia que eu cantei e todos gostaram, mas mesmo assim não me achava capaz... Um dia vi o anuncio do KWC em 2015, toda minha familia me deu força para me inscrever... foi o começo de um grande sonho, mesmo não ganhando eu conheci pessoas maravilhosas e ganhei dicas construtivas que me ajudaram muito a continuar caminhando, a minha historia com a musica só começou depois do KWC.

Em 2016 tentei novamente e participei de várias seletivas para conseguir chegar na Final Brasil e 2017 não foi diferente, apesar de toda dificuldade que ainda existe, um sonho é um sonho e NÃO VOU DESISTIR!

Participei de outros campeonatos e conquistando alguns prêmios, além de começar a estudar canto e me preparar para competir. Estar na Final Brasil é um passo para Helsinki e vou dar o meu melhor. "

Odilon Fontella, Proto Alegre/RS - Manicuro e Pedicuro.

"Amo minha profissão, sendo incomum para homens, mas a minha história com a música começou cedo, a diretora de minha escola de ensino fundamental Zita Barros foi quem notou o meu talento mirim aos 9 anos de idade, me convidou a cantar pra turma a música da novela carinha de anjo, essa que me via cantarolando nos recreios." Cantou no coral da escola, na igreja e em eventos da cidade de Itaqui, terra natal.

"Em 2011 procurava um lugar com karaokê para desopilar, joguei no Google, fui parar no babilonia videoke, onde fui abraçado e aprendi a amar essa modalidade.

Amo cantar, e o meu maior sonho é viver da música e colher os doces frutos que dela provém. O KWC é uma grande porta para mostrar o nosso talento (cantores amadores). A visibilidade que o concurso nos propõe é imensurável, já me sinto vitorioso em poder representar meu estado nessa linda competição, e se Deus quiser o Brasil em Helsinki."

 

 

Ingrid Militão, Porto Alegre capital do RS,  atualmente trabalha em uma escola de música como estagiária, é aluna de técnica vocal desde os 9 anos com o professor Willian Varela que é o proprietário da escola, além de estudante de Teatro na UFRGS, estágia como fotógrafa e também modelo agenciada pela People de Porto Alegre. "Digamos que faço muita coisa, mas é normal quando dizemos que vivemos pela arte, o que não é muito fácil, então seja lá o que estou fazendo, se cantando, ensaiando um texto, fotografando ou posando, é o que eu amo fazer e adoro estar no meio disso. 

Desde os meus 4 anos declamo poesias, o que mais além me trouxe a música e logo o teatro." 

Em uma noite com muitos imprevistos, ela quase desistiu de ir ao aniversário de sua amiga, "Fomos para o Babilônia, cantei no karaokê, logo que desci do palco recebi o convite da Vivi que trabalha no bar para me inscrever no que seria a última seletiva do KWC aqui no estado antes da final, isso ocorreu quatro dias antes da seletiva. Me inscrevi, passei na seletiva e acabei indo pra final, passei de novo e agora estou muito empolgada e emocionada de participar disso tudo. 

Minhas expectativas com o KWC são as que sempre tenho com relação a tudo que faço com a música, muito amor e energia, me dedico muito a isso, com o campeonato não vai ser diferente." 

 

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Lucas Edu e Camila Gums


 

 

 

Camila Gums, de Blumenau/SC - Publicitária

 "Meu amor pela música cresceu comigo ao longo da minha vida. Comecei a cantar e a tocar saxofone soprano na igreja aos 11 anos e não parei mais."

 

O karaokê sempre fez parte dos seus encontros entre amigos, "o que vale é se divertir. Na real, não somente o karaokê em si, mas o simples fato de sentar numa roda com um violão e cantar até cansar...". Foi no Factory Antonio da Veiga que conheceu o KWC e para minha surpresa foi selecionada para a etapa nacional representando Blumenau- SC. "Agora, vou dar o meu melhor para tentar a vaga para a etapa mundial. Espero aproveitar ao máximo essa oportunidade de participar do KWC! Com certeza será uma experiência nova e muito interessante." 

 

Lucas Edu, Blumenau/SC.

Começou na música com 12 anos, tocando violão e descobriu que era isso que tinha que fazer pelo resto da vida. Comçou a aprender outros instrumentos, estudar, cantar e aos poucos foi se apresentando em colégios e shows pequenos. "Cantar no palco é uma paixão pra mim, é mais que um hobby. Ouvir a plateia cantando junto, dançando e interagindo é o meu combustível. Estou muito feliz de ter passado pra fase nacional, com uma coisa que eu amo tanto fazer. Agora é focar e dar o meu melhor pra ir pra Finlândia! Esse sonho tá mais perto do que nunca de acontecer!"

 

Aline Rovaron, São José dos Campos/SP – Cirurgiã Dentista.

“Sem dúvida, minhas duas paixões são a música e a odontologia. Ambas me proporcionam momentos maravilhosos!”

Começou a cantar aos 3 anos, em conjuntos musicais na igreja. Desde então, não parou mais, porém nunca profissionalmente. Ao incentivo de amigos e família se arriscou nos palcos KWC Brasil e se classificou para disputar o nacional em setembro. 

Idealizadora do projeto Sorria Haiti, um projeto que visa levar saúde a adultos e crianças em situação de extrema miséria no país. 

 

Cassiano Borges, São José dos Campos/SP - Sócio em uma cozinha industrial.

Sua história com a música, começou ainda quando criança. Cresceu em um meio musical, tendo meu pai, meus tios e tias como referência. “Meu pai foi cantor, e um dos fundadores do Clube do Choro Pixinguinha de São José dos Campos. Cantou á vida toda, se apresentando em bares, clubes, hotéis etc… Foi nele, que sempre busquei inspiração para cantar.”

Com o passar do tempo descobriu o gosto por karaokê e paralelamente cantava em corais como: Madrigal Vozes, Coral do CTA. “Algumas pessoas torcem o nariz, quando sabem que somos cantores de karaokê. Pois eu faço questão em dizer: “SOU CANTOR DE KARAOKÊ SIM, E DAI?” Gosto de cantar. Se vai er em um karaokê, á capela, em banda, em grupo no chuveiro, Isso pouco importa. Á única certeza que tenho é que, continuarei á CANTAR.”

“Estou muito entusiasmado, quanto ao concurso promovido pela KWC. Eu não o conhecia, e quando fiquei sabendo, até nem dei muita importância.

Pois, para mim, seria mais um concurso como outro qualquer. E para minha surpresa, comecei a ver que era um concurso sério, com uma estrutura diferente de tudo o que já tinha visto. Foi então que decidi que essa é a hora. Vou dar o máximo de mim, para representar o Brasil na Finlândia, e trazer o troféu para o Brasil.”

 

 

Aline Rovaron e Cassiano Borges no Mundial de karaoke

   


 

MIKE MAIA

Mike nasceu em Pernambuco e descobriu sua paixão por música aos 9 anos, quando começou a cantar em igrejas. Mudou-se para São Paulo, aperfeiçoou o talento nato aprendendo algumas técnicas e passou a fazer apresentações em casamentos e em corais da escola.

Hoje Mike expressa sua vocação natural por meio de diversos estilos musicais, mas alimenta grande paixão pelo blues e jazz. Suas influências são Ray Charles, Etta James, Leonardo Gonçalves, Gavin James, Djavan, Caetano Veloso, entre outros.

Em 2016 foi campeão brasileiro do maior campeonato de Karaokê do mundo, o KWC - Karaoke World Championships – ganhando a vaga para representar o Brasil na grande final, em Vancouver. Numa acirrada disputa, conquistou o 7° lugar no Mundial e teve a honra de fazer parte do seleto Top 10 dos melhores da competição. Logo após essa vitória, realizou sua primeira gravação profissional da sua carreira artística, lançando a música e o clipe "Eu não sei", de sua autoria.

 

 

BRUNA HIGASHI

Apaixonada por música desde a infância e canta para o público desde os 14 anos de idade. Apesar de ser roqueira de carteirinha, é eclética e versátil, cantando diversos estilos como pop e rock nacional e internacional, música pop japonesa e também teatro musical. Suas principais influências são: Heart, Evanescence, Halestorm, Abba e as grandes divas como Céline Dion e Whitney Houston.

Descendente de japoneses, participou e ganhou diversos concursos de canto voltados para música pop/rock japonesa, sendo atualmente a Bi-campeã do Animeke Show (2009 e 2014), cujos prêmios foram duas viagens ao Japão. Em 2016 foi a campeã brasileira do KWC - Karaoke World Championship e foi a Vancouver, Canadá representar o Brasil na final mundial, onde foi terceira colocada.

Tem mais de 15 anos de experiência com bandas e apresentações para pequenos e grandes públicos, de bares e casas noturnas a grandes festivais como o AnimeFriends.

   



 

 

 

 

Os Nossos Brasileiros brilharam nos palcos canadenses. Cantar com pessoas do mundo todo não é pra qualquer um, mas com muita garra defenderam o país e tiveram ótimos resultados:

Categoria DUETOS: 4° Lugar

Categoria Individual:

Bruna Higashi - 3° Lugar

Michael Douglas - 7° Lugar

 

#gobrazil #gokwcbr #kwcbr

SURREAL!

Domingo 4/ Setembro de 2016 entre 40 candidatos Bruna Higashi e Michael Douglas se destacaram e foram eleitos Campeões Brasileiros. Segunda feira já estavámos no Rio de Janeiro e Terça de Manhã cantaram no Programa da Fatíma Bernardes. Sensação Indescritível. Frio na Barriga pelo quesito AO VIVO.

Emocionante ver a marca exposta em um programa de peso pelo segundo ano consecutivo. Os Cantores.. Não preciso dizer que eles arrasaram. Estamos apenas AGRADECIDOS!

Confira: https://www.youtube.com/watch?v=SplFUN8AtGc



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Parabéns aos Campeões KWC Brasil 2016

Bruna Higashi e Michael Douglas, vocês serão os nossos representantes brasileiros em Vancouver, Canadá entre 30 países na Final Mundial.
Confiram os videos dos campeões: http://bit.ly/2cF6XGd
Na foto com as Organizadoras Brasil: Izabel Nori e Teka Barnabe

O BRASIL EM SINGAPURA

Campeões eleitos, passaportes tirados, músicas preparadas, roupas escolhidas e muitas borboletas no estomago , mas um compromisso com o país e um sonho de se tornar campeões MUNDIAIS.

Enfrentaram 26 horas de viagem e finalmente pisaram em solos asiáticos. Em clima de confraternização os 30 países se reuniram para o coquetel onde foram muito bem recebidos.

"I'm from Brazil." 

"Brazil, i love it."

Nossos cantores surpreenderam com suas vozes e presença de palco, um talento que ultrapassa o campo de futebol ou o sambodrómo.

Em 3 dias de competição, 20/21/22 de Novembro,2015 os brasileiros venceram o sono para não perder um segundo da competição que transmitida mundialmente através da KWC TV  e Portal GVK Brasil que contabilizou 35 mil brasileiros as 6h da manhã.

Com o coração batendo forte, vibramos a cada apresentação. Resultado: Phil Wennerstrom ficou entre os 5 melhores e a Mariana Moi entre as 12 melhores do MUNDO!

Eles são os nossos CAMPEÕES!!!

Lembrem-se sempre, nós temos muito orgulho de vocês.




 


Na final Brasil dois candidatos se destacaram aos olhos dos nossos Jurados, entre 34 candidatos maravilhosos com vozes marcantes entre outras performances originais.

Mariana Moi – Professora de Artes - SP

Phil Wennerstrom – Analista de Sistemas - RJ

Confira as fotos da final Brasil: http://on.fb.me/24aWy6T

Confira o TOP FIVE KWC BRASIL 2015 http://bit.ly/1Qi91jG

Agradecemos todos os apoiadores por acreditarem em nosso projeto.


Aos nossos Jurados

Tchaka , João Marcondes (Conservatório Sousa Lima), Joe Hirata, Moises Lima e Vivian Costa Manso

Aos apresentadores que abrilhantaram a noite.

E claro, a todos os participantes do KWC BRASIL 2015.

Esperamos vocês este ano!